Objetivos / Competências
A Componente de Formação em Contexto de Trabalho (CFCT) visa proporcionar aos formandos o contacto direto com atividades nas áreas da automação e/ou da energia e tem lugar nas instalações de uma empresa devidamente protocolada, designada por Entidade de Acolhimento, ou nos locais nos quais esta desenvolva as suas atividade. O aluno deverá adquirir conhecimentos e desenvolver competências, em contexto de trabalho, no domínio das áreas referidas, nomeadamente no que se refere ao dimensionamento, instalação, teste e manutenção de equipamentos/instalações.
Conteúdos programáticos resumidos
O programa da CFCT é definido de acordo com as características da entidade de acolhimento e a sua atividade específica,com a participação do aluno, do orientador da empresa e do professor orientador. Poderão estar contempladas no referido plano as seguintes atividades:
Conhecer os materiais, equipamentos, ferramentas e máquinas envolvidos na atividade;
Participar no projeto, instalação e exploração de instalações de sistemas eléctricos, incluindo automatismos;
Cooperar no fabrico e no comércio de equipamentos elétricos;
Assistir tecnicamente a produção de energia elétrica e ligações à rede;
Colaborar no processo produtivo, aplicar práticas de manutenção em máquinas (incluindo robôs) e realizar a gestão de materiais e equipamentos;
No desenvolvimento das suas atividades, o estagiário deverá respeitar os regulamentos da entidade de acolhimento e as normas de higiene e segurança no trabalho.
Metodologias de ensino e critérios de avaliação
A avaliação da componente de Formação em Contexto de Trabalho é materializada em prova pública perante um Júri nomeado para o efeito nos termos definidos na legislação aplicável e no Regulamento dos CTeSP da ESTGV. A avaliação final da UC de Formação em Contexto de Trabalho resulta da ponderação dos seguintes elementos:
a) Classificação, na escala numérica inteira de 0 a 20, atribuída pelo Júri ao relatório da Formação em Contexto de Trabalho elaborado pelo aluno, tendo em consideração o parecer qualitativo sobre o relatório elaborado pelo Orientador da ESTGV;
b) Classificação, na escala numérica inteira de 0 a 20, atribuída pelo Júri ao desempenho do aluno na prova pública;
c) Classificação, na escala numérica inteira de 0 a 20, atribuída pelo Júri ao desempenho do aluno durante o período de estágio na entidade de acolhimento, tendo em consideração o parecer qualitativo sobre o referido desempenho elaborado pelo responsável dessa entidade.
Bibliografia resumida
Indicada individualmente em cada relatório final de estágio.